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jueves, 19 de julio de 2012

China Vs USA

Pesquisa feita em 22 países pelo Projeto Pew Research Center da Global Attitudes, de março a maio, com dados de 2011, revela que a maioria (15) considera ter a China suplantado - ou estar em, vias de - os EUA como superpotência mundial. A visão é muito forte na Europa Ocidental (60% das respostas), especialmente na França (72%), na Espanha (67%), na Grã-Bretanha (65%) e na Alemanha (61%).

Nos EUA, o número dos que veem a supremacia chinesa sobre a economia norte-americana aumentou de 33% para 46%, entre 2009 e 2011. Na China, o placar é favorável aos EUA, na base de 2 x 1. Esse sentimento é menos forte na América Latina, na Europa Oriental e na Ásia, destacando-se o apoio aos EUA manifestado por Japão (85%), Brasil (62%), Quênia (83%), Israel (72%) e México (52%).

No Brasil, 53% das pessoas consideram positivo o crescimento da economia da China (negativo para 30%). Isso também ocorre com a maioria dos entrevistados no Japão, na Grã-Bretanha, na Espanha, no Quênia, no Paquistão e na Indonésia, 

Nos 21 países, 49% dos entrevistados têm visão positiva da China e 52%, dos EUA. Detalhe: a maioria dos que veem a China como líder econômico mundial não está satisfeita com isso. E os que preferem a liderança dos EUA se justificam pelo caráter mais global dessa economia. 

Um outro item da pesquisa tentou identificar o sentimento das pessoas quanto à consideração dos interesses de outros países, pelos EUA, na tomada de decisões de política externa. O maior apoio está na Europa Ocidental: Grã-Bretanha (40%), na França (32%) e Espanha (19%). Na Alemanha, a maioria não acredita nisso e na Europa Oriental, menos de 35%.

No Brasil, em Israel, na Índia, no Japão e no Quênia, amplas maiorias consideram os EUA como multilateral nessa abordagem. Curiosamente, também a maioria dos chineses (57%). Obviamente, a imagem dos EUA está piorando nos países predominantemente muçulmanos, exceto na Indonésia. No Oriente Médio, palestinos e israelenses apostam nos EUA; Jordânia e Líbano, na China. 

Além desse ponto, a opinião global é mais consistentemente negativa quando se refere a aspectos militares - especialmente na Europa, no Japão e na Índia, além de Turquia e Israel, os mais preocupados com um eventual avanço chinês nessa área. 

No Brasil, o poderio militar chinês é tido como negativo por 51% das pessoas e positivo, por 29%. 


Autor: http://www.joelmirbeting.com.br

jueves, 5 de julio de 2012

QUANTO VALE UM BRASILEIRO

O IBGE informou nesta quinta-feira que, nos últimos 12 meses, o índice de desemprego manteve-se estável na média de 6,2%.

Mesmo assim, o valor médio do salário do brasileiro, já descontada a inflação, cresceu 5,6% e atingiu R$ 1.728 em março. Em dólar deste 26 de abril, isso equivale a um rendimento anual de US$ 11 mil. 

Contra US$ 45 mil nos Estados Unidos e US$ 7 mil na China.

Ou seja, no salário, um americano vale quatro brasileiros e o brasileiro vale um chinês e meio.


Autor: http://www.joelmirbeting.com.br


Os aspectos geográficos do Japão sugerem riscos de tragédias por diversos tipos de impactos ambientais, por se tratar de uma ilha com extensa área montanhosa com a existência de cerca de 200 vulcões, dos quais, aproximadamente, 40 ainda estariam em plena atividade.

No entanto, os japoneses revelam ao mundo e, principalmente, ao Brasil a maior lição de valorização da vida de um povo, de uma nação. No dia 8 de Março, quando o país sofreu um terremoto de 7,2º na Escala Richter, a Agência de Meteorologia de Tóquio anunciou o risco de um tsunami. Isso foi possível porque o Japão cumpre a rigor uma política de monitoramento de prevenção das catástrofes e do exercício de preservação da vida da sua população, haja vista a agenda de critérios cumpridos não só na construção de casas e prédios, como também na forma de educar todas as crianças para o cuidado com a vida e o meio ambiente.

Já o Brasil, o que tem feito? Que investimento tem sido notado para salvar a vida dos brasileiros, em qualquer que seja a situação?
Um tsunami provocado por um terremoto com intensidade de 7 graus no Haiti arrasou todo o país, matando 240 mil pessoas. No Japão, o tsunami ocasionado por um terremoto com maior intensidade resulta em impactos minimizados diante de um suposto quadro que assistiríamos se a sequencia desses  abalos e terremotos estivessem acontecendo num país despreparado como o nosso.

Ao passo em que o último boletim do governo japonês aponta para 1.000 mortos nessa tragédia, temos para o Brasil, na análise dos dados, a vergonha do descaso, do despreparo, quando o balanço que contabiliza os estragos das catástrofes em chuvas e desabamentos, entre 2008 e janeiro de 2011 indicam 1.527 mortos.

As chuvas eram previstas, mas faltaram medidas de prevenção; faltou e continua faltando fiscalização nas ocupações das encostas; faltou o alerta, o plano de contingência; faltou, na verdade, a vontade de salvar vidas. E nem queiramos pensar nos efeitos por alguma mínima falha numa das nossas usinas nucleares.

Se de um lado, o Japão não se intimida em honestamente investir no emprego de recursos tecnológicos e operacionais, com grandes avanços em sua defesa e na instalação de estações para monitorar os fenômenos climáticos e sismológicos no Oceano Pacífico, a comunidade sismológica do Brasil, pasmem, "cabe dentro de um carro". E mais: segundo o próprio Ministério da Ciência e Tecnologia, toda a extensão do nosso território conta com apenas 100 geólogos especializados e com experiência em avaliação de encharcamento do solo e riscos de desmoronamentos, eventos estes, aos quais o governo insiste em atribuir como causadores de uma mortandade em massa para não assumir o descaso que tem para com a vida dos brasileiros.

Escrito por Oman Carreiro



sábado, 24 de marzo de 2012

Um dia na internet

O que acontece em 1 dia na internet? Bom, pode ter certeza que acontece tanta coisa quanto qualquer ser humano normal consegue imaginar. Na verdade, nunca teremos uma noção real do que significa cada segundo que passa nesta imensa rede. Mas podemos tentar compreender um pouco melhor através de números.

Claro que este e tantos outros infográficos e vídeos que aparecem todos os dias não mostram o tamanho real da internet, apenas grandes números que nos faz sentir pequenos perto de tudo o que acontece.






jueves, 22 de marzo de 2012

60 segundos na web



Este excelente infográfico desenhado pelo Shangai Web Designers para a Go-Globe dá-nos uma ideia muito exata do que se passa na web em 60 segundos. De fora, está ainda o Google Plus, mas é fácil constatar a importância das redes sociais na nossa vida quotidiana e é fácil traduzi-la numa equação: 98.000 tweets + 1.284.404 interações no Facebook + 600 novos vídeos no YouTube + 100 novas contas no Linkedin=60 segundos.
  • Mais de 694.445 pesquisas feitas no motor de busca Google
  • Mais de 6600 imagens são carregadas no Flickr
  • 600 vídeos são carregados no YouTube, totalizando mais de 25 horas de conteúdo
  • 695.000 atualizações de status, 79.364 posts no mural e 510.040 comentários são publicados no Facebook
  • 70 novos domínios são registados
  • 168.000.000 emails são enviados
  • 320 novas contas e 98.000 tweets são gerados no Twitter
  • + 13.000 aplicações para o iPhone são baixadas
  • 20 mil novos posts são publicados no micro-blogging Tumbler
  • O web browser FireFox é baixado mais de 1.700 vezes
  • A plataforma de blogging WordPress é baixada mais de 50 vezes
  • São baixados mais de 125 Plugins WordPress
  • 100 contas são criadas na rede profissional LinkedIn
  • 40 Perguntas novas são feitas a YahooAnswers.com
  • + 100 perguntas são feitas em Answers.com
  • Um novo artigo é publicado na Associated Content, a maior fonte mundial de conteúdos criados pela comunidade
  • Uma nova definição é adicionada UrbanDictionary.com
  • 1200 + anúncios novos são criados em Craigslist
  • +370.000 chamadas de voz feitas por usuários do Skype
  • 13.000 horas de streaming de música é feito pelo servidor de rádio personalizado Pandora
  • 1600 + leituras são feitas no Scribd, a maior editora social de leitura



EALI - Unidad 3. Autorreflexiones

DESARROLLO DE ACTIVIDADES Ningún conocimiento tiene valor si no se reflexiona profundamente para que se fije en la me...