Ahora revivo este blog en el cual voy a estar publicando todos los materiales que voy a ir desarrollando durante mi etapa como estudiante en la UnADM, ya que voy a cursar la licenciatura "Ingeniería en Energías Renovables" en la modalidad en línea, dejen sus aportes para seguir mejorando y espero que el material les pueda servir. También estaré atento a publicar cosas que puedan ser de interés....
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martes, 2 de diciembre de 2014
lunes, 1 de diciembre de 2014
viernes, 28 de diciembre de 2012
jueves, 19 de julio de 2012
China Vs USA
Pesquisa feita em 22 países pelo Projeto Pew Research Center da Global Attitudes, de março a maio, com dados de 2011, revela que a maioria (15) considera ter a China suplantado - ou estar em, vias de - os EUA como superpotência mundial. A visão é muito forte na Europa Ocidental (60% das respostas), especialmente na França (72%), na Espanha (67%), na Grã-Bretanha (65%) e na Alemanha (61%).
Nos EUA, o número dos que veem a supremacia chinesa sobre a economia norte-americana aumentou de 33% para 46%, entre 2009 e 2011. Na China, o placar é favorável aos EUA, na base de 2 x 1. Esse sentimento é menos forte na América Latina, na Europa Oriental e na Ásia, destacando-se o apoio aos EUA manifestado por Japão (85%), Brasil (62%), Quênia (83%), Israel (72%) e México (52%).
No Brasil, 53% das pessoas consideram positivo o crescimento da economia da China (negativo para 30%). Isso também ocorre com a maioria dos entrevistados no Japão, na Grã-Bretanha, na Espanha, no Quênia, no Paquistão e na Indonésia,
Nos 21 países, 49% dos entrevistados têm visão positiva da China e 52%, dos EUA. Detalhe: a maioria dos que veem a China como líder econômico mundial não está satisfeita com isso. E os que preferem a liderança dos EUA se justificam pelo caráter mais global dessa economia.
Um outro item da pesquisa tentou identificar o sentimento das pessoas quanto à consideração dos interesses de outros países, pelos EUA, na tomada de decisões de política externa. O maior apoio está na Europa Ocidental: Grã-Bretanha (40%), na França (32%) e Espanha (19%). Na Alemanha, a maioria não acredita nisso e na Europa Oriental, menos de 35%.
No Brasil, em Israel, na Índia, no Japão e no Quênia, amplas maiorias consideram os EUA como multilateral nessa abordagem. Curiosamente, também a maioria dos chineses (57%). Obviamente, a imagem dos EUA está piorando nos países predominantemente muçulmanos, exceto na Indonésia. No Oriente Médio, palestinos e israelenses apostam nos EUA; Jordânia e Líbano, na China.
Além desse ponto, a opinião global é mais consistentemente negativa quando se refere a aspectos militares - especialmente na Europa, no Japão e na Índia, além de Turquia e Israel, os mais preocupados com um eventual avanço chinês nessa área.
No Brasil, o poderio militar chinês é tido como negativo por 51% das pessoas e positivo, por 29%.
Autor: http://www.joelmirbeting.com.br
Nos EUA, o número dos que veem a supremacia chinesa sobre a economia norte-americana aumentou de 33% para 46%, entre 2009 e 2011. Na China, o placar é favorável aos EUA, na base de 2 x 1. Esse sentimento é menos forte na América Latina, na Europa Oriental e na Ásia, destacando-se o apoio aos EUA manifestado por Japão (85%), Brasil (62%), Quênia (83%), Israel (72%) e México (52%).
No Brasil, 53% das pessoas consideram positivo o crescimento da economia da China (negativo para 30%). Isso também ocorre com a maioria dos entrevistados no Japão, na Grã-Bretanha, na Espanha, no Quênia, no Paquistão e na Indonésia,
Nos 21 países, 49% dos entrevistados têm visão positiva da China e 52%, dos EUA. Detalhe: a maioria dos que veem a China como líder econômico mundial não está satisfeita com isso. E os que preferem a liderança dos EUA se justificam pelo caráter mais global dessa economia.
Um outro item da pesquisa tentou identificar o sentimento das pessoas quanto à consideração dos interesses de outros países, pelos EUA, na tomada de decisões de política externa. O maior apoio está na Europa Ocidental: Grã-Bretanha (40%), na França (32%) e Espanha (19%). Na Alemanha, a maioria não acredita nisso e na Europa Oriental, menos de 35%.
No Brasil, em Israel, na Índia, no Japão e no Quênia, amplas maiorias consideram os EUA como multilateral nessa abordagem. Curiosamente, também a maioria dos chineses (57%). Obviamente, a imagem dos EUA está piorando nos países predominantemente muçulmanos, exceto na Indonésia. No Oriente Médio, palestinos e israelenses apostam nos EUA; Jordânia e Líbano, na China.
Além desse ponto, a opinião global é mais consistentemente negativa quando se refere a aspectos militares - especialmente na Europa, no Japão e na Índia, além de Turquia e Israel, os mais preocupados com um eventual avanço chinês nessa área.
No Brasil, o poderio militar chinês é tido como negativo por 51% das pessoas e positivo, por 29%.
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